13/nov/2007

atualizada em 3/fev/2008

 

Avaliação preliminar de antena. Uma comparação entre dipolo montada na forma V invertido (“Vee”) e dipolo na forma inclinada ( “sloper”), para montagem numa torre com 8 metros de altura.

 

 

 

 

 

Dipolo V invertido:  vértice a 8 metros do solo, extremidades a 4,6m do solo, comprimento de cada lado em fio de cobre nu 5,27m.

 

 

Sloper:  extremidade superior a 8 metros do solo, extremidade inferior a 0,7m do solo, comprimento total em fio de cobre nu 10,29m.


Em ambos os casos foi incluído um suporte metálico de 8m de altura.

 

Variáveis:

1 - Dois tipos de solo aproximativos da região polar, constante dielétrica de 1 ou 3 (primeiro algarismo nas identificações de traços dos gráficos).

2 – ângulo de elevação  5  7,5  10 e 15 graus (segundo algarismo identificador). Esses ângulos correspondem à faixa de interesse para propagação mundial para 50% das vezes, levantado por meio de VOACAP e HamCap.

 

Constante: altura de 8 metros no ápice em função da torre disponível. Posteriormente se disponibilizou uma outra torre com 12m de altura.

 

Os gráficos não são sobreponíveis diretamente, em cada um o anel externo em 0 dB tem valor diferente.

 

 

Ângulo de elevação 5º, anel externo -5.5 dBi

 

 

 

 

 

 

Ângulo de elevação 7,5º, anel externo -2,3 dBi

 

 

 

Ângulo de elevação 10º, anel externo -0,2 dBi

 

 

Ângulo de elevação 15º, anel externo 2,4 dBi

 

 

 

Constante dielétrica 3, anel externo 0,9 dBi

 

 

Sloper

 

 

 

 

Inv Vee

 

 

 

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16/nov/2007 - Mais avaliações. Comparação entre uma vertical, V invertida, sloper, dupla_sloper em fase, idem alimentadas a 180º, dupla V invertidas em cruz alimentadas em quadratura e vertical

 

Nas avaliações a seguir foi mantido um solo com constante dielétrica = 1 e condutância 0,001 S/m (muito pobre). O ângulo de elevação é de 5º.

 

Double_sloper = duas antenas dipolos opostas inclinadas a 45º e alimentadas em fase.

 

Double_sloper_180 = duas antenas dipolos opostas inclinadas a 45º e alimentadas em contrafase (180º).

 

 

Double_Vee = duas antenas V invertido montadas a 90º e alimentadas em quadratura (90º), conhecida por "turnstile" e utilizadas principalmente com satélite.

 

Sloper = anteriormente citada

 

Vee = anteriormente citada

 

 

Vert = vertical 1/4 onda teórica, com a base colocada sobre o solo e com plano terra ideal (MININEC).

 

 

 

 

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18/nov - Uma quad-sloper - parece uma "four-square" porém é omnidirecional, todos os dipolos alimentados em fase.

 

 

 

 

Essa antena apresenta um pequeno ganho sobre a V-dupla. Está representada pelo traço em preto no anel externo .

O melhor dela é quando está próximo a água salgada em estado líquido. Nesse caso o componente vertical de irradiação tem um incremento bastante grande.

Simulei a antena num perímetro circular que circunscreve um primeiro tipo de solo (0.001S/m diel. 3), e a partir de uma certa distância o solo passa a ser água do mar líquida. O resultado mostra porque atualmente em DX-pedições à beira-mar se passou a utilizar antenas verticais.

O mar estando a 30m ou menos, como se pode observar a 10m, propicia grande incremento na irradiação em ângulos baixos (no caso 5º). A 60m ainda promove o efeito de ganho. Quando está a 80m já não faz diferença. O cículo interior em preto é para um só tipo de solo. Para ângulo de 8,5º o mesmo efeito se observa.

Este efeito não é observado na V invertido pois o componente de polarização vertical em ângulo baixo é de pequena intensidade.

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27/jan/2008

 

O espectrômetro foi ao ar dia 23; a antena foi colocada em outra torre, o que possibilitou que ficasse um pouco mais elevada, com vértices a 12m do solo.


Gráfico 3D - Observar total ausência de nulos para todos os ângulos azimutais e de elevação.

 

 

 


Gráfico azimutal

 


Gráfico de elevação

 

Desse modo o ponto de máximo no gráfico de elevação da radiação ficou mais interessante, com ângulo mais baixo, favorecendo longa distância mas continuando com boa cobertura de todos os ângulos.

 

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